No momento da prova, empatia!

Você por certo já ouviu ou leu a palavra empatia. Empregada originalmente pela Psicologia, tornou-se aos poucos popular, com o significado de identificação emocional que se sente por uma pessoa ou um objeto. Usa-se  este termo justamente para definir um forte e estranho sentimento por alguém que acabamos de conhecer, ou um objeto, uma paisagem, um lugar que estamos contemplando pela primeira vez. Talvez não seja bem este o sentido original empregado na Psicologia, mas, afinal, é o que costuma ser usado no dia a dia.

A palavra simpatia, bem mais utilizada, tem sentido bastante próximo ao de empatia, pois designa afinidade moral, afetiva, com outra pessoa, que por isso passa a ser considerada simpática. antipatia carrega acepção distinta, apontando para a aversão que se experimenta, muitas vezes de modo gratuito, injustificado, irracional, por alguém. Simpatia e antipatia são termos muitíssimo mais empregados que empatia.

Em dias que antecedem provas de vestibulares, parece bobagem ficar dissertando sobre tais palavras e conceitos. Não é bem assim. O Blogueiro está justamente encontrando uma ligação, uma relação entre tais termos e os exames. Qual? Algo que os próprios conselhos dados em livros e em sites da internet não focalizam. Fala-se em comer bem, dormir bem, chegar adiantado, cuidar da documentação, ler com atenção, etc., etc. Deixa-se de dar, porém, um conselho que pode ser vital para o bom desempenho de muitos candidatos: ter uma atitude receptiva, verdadeiramente empática para com as provas, vendo-as não como um obstáculo, mas como um degrau, não como algo estranho, mas algo da própria pessoa que busca resolver as questões. Vendo-as, enfim, como o caminho aberto para atingir seus objetivos, e um bom caminho.

Muitos candidatos a concursos e exames vestibulares se deixam levar por sentimento oposto, olhando para as provas como barreiras, como percursos montanhosos, plenos de perigos de queda. Não é uma boa atitude, pois acaba criando uma espécie de antipatia, de aversão, de repulsa, que só pode prejudicar o indivíduo. As provas, de fato, têm de ser consideradas como oportunidades, como instrumentos para o sucesso, para o êxito. Vale dizer: pontos de passagem de algo bom para algo muito melhor.

Faça isso. Pense sempre assim. Quando tiver a prova em mãos, procure sentir o que ela lhe traz de bom, identifique-se com ela, veja-a como um portal. Em assim fazendo, você não aprenderá milagrosamente mais do que já sabe, mas evitará um obstáculo que, gerado por você mesmo, poderia levá-lo a não conseguir mostrar tudo o que sabe.

Boas provas!

 

Deixe um comentário