O valor do diploma superior

Você já parou para pensar no valor do diploma universitário que conquistará? Será apenas um belo pergaminho para colocar em um quadro na parede de seu escritório? Representará tão somente o curso em que você se formou e a profissão que exerce? E já pensou se você não exercer a profissão e resolver, depois de formado, partir para outra?

É, talvez não tenha realmente pensado. Mas não se preocupe. Parta do princípio de que nossa vida é cheia de episódios, alguns bastante radicais, que nos fazem mudar completamente de rumo, quer sob o aspecto pessoal, quer profissional. O importante é ter sempre em mente que nada do que fazemos é perdido. Tudo provoca experiências importantes, que podem servir como base muito útil para novas experiências, novos empreendimentos, novos caminhos a trilhar.

Evidentemente, nossa vida é governada pela aceitação e adoção de padrões. Por vezes, esses padrões nos governam tanto, que somos afastados da observação clara do que acontece na realidade. Alguns chegam a dizer que os padrões nos fazem aderir a um comportamento de manada, vale dizer, o que os outros fazem nos leva a fazer o mesmo, do mesmo modo. O que não percebemos, porém, é que, se a vida é informada por padrões, isso não significa um fato dominante. O oposto, o diferente, também podem ocorrer. E daí? Que fazer? Negar os fatos evidentes ou observá-los como distorções desprezíveis?

Nada disso. Quando ocorre algo diferente do que estamos acostumados a ver, é preciso buscar as razões para essa diferença e analisá-las, para verificar em que medida a ruptura de um padrão pode ser bem melhor que sua aceitação pura e simples.

E aqui o Blogueiro retorna ao início do artigo, focalizando a questão da formação universitária em determinado curso. Pelo padrão, uma vez formado, o indivíduo deve vir a exercer sua profissão, quer como assalariado, quer como autônomo. Não foi para isso que estudou tanto? Claro que foi, mas pode acontecer que alguma coisa, mais à frente, não ocorra de acordo com o planejado. Traduzindo: pode ocorrer que, em certo momento, o sujeito se defronte com uma oportunidade profissional muito boa, mas fora da profissão que escolheu. Que deve fazer? Aceitá-la, é claro. A vida é também feita de experiências novas, mesmo assumindo-se certos riscos. Nesse caso, para que serviu o diploma? Para ficar desprezado na parede? Pergunta e resposta erradas. O simples fato de ter surgido uma oportunidade de mudança é a maior prova de que o diploma adquire maior valor, ou seja, valor ainda maior do que imaginávamos. Segue-se o raciocínio de que uma formação universitária não é algo fechado em si mesmo, mas um fenômeno amplo. Um diploma nas mãos não significa apenas um atestado de preparo profissional, mas um leque de possibilidades profissionais.

Por tudo isso, nem se faça mais perguntas como: E se ao fim do curso concluir que não era bem aquilo que eu queria? Pense diferente, pense que ao chegar ao final de seu curso você será um profissional preparado para muitas e muitas oportunidades. E a melhor delas nem sempre é a que surge à primeira vista. Nunca se esqueça de que é hoje impensável a existência de indivíduos sem um diploma universitário. E é bom lembrar de que em muitos concursos o diploma superior é sempre considerado condição para a inscrição do candidato.

Pense nisso: um diploma universitário não é uma entrada de cinema, mas uma chave capaz abrir numerosas portas. O mundo real sofre mudanças a todo instante. E você deve sempre estar preparado para enfrentá-las e vencê-las. Certo?

 

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