Línguas estrangeiras, uma grande necessidade

Você que está ingressando, você que ainda vai ingressar, não tenha a menor dúvida: o domínio da língua inglesa é uma grande necessidade. O Blogueiro disse domínio, o que significa falar fluentemente e ler sem qualquer dificuldade.

Muitos acreditam que basta ter um conhecimento razoável do inglês (sem grande domínio) para quebrar o galho nos exames vestibulares. Pode ser, desde que tenham desempenho muito bom em outras disciplinas e conteúdos. O Blogueiro, porém, não está se referindo a quebrar o galho no vestibular, mas em todos os estudos na universidade e sobretudo na profissão. Como é que você vai quebrar o galho se no estudo de determinada disciplina da universidade o professor exigir como base textos escritos em língua inglesa? E como vai quebrar o galho se ganhar a oportunidade, durante o curso, de fazer uma especialização em universidade europeia ou dos Estados Unidos? Não. Nesses e noutros casos não mencionados, não haverá quebra de galho, você terá de ter domínio da língua inglesa. Esta língua, queiram ou não os nacionalistas radicais, tornou-se realmente um instrumento de comunicação universal, empregado em todos os países em que o recém-chegado não domine a língua local.

Pense você, então, na sua carreira profissional, na possibilidade de participar de congressos e seminários. Na maioria dos países, se usar o português, não será minimamente compreendido. Mas, se usar o inglês, ocorrerá o contrário. E não venha dizer que não participará nunca de seminários e congressos internacionais. Dizer isso é o mesmo que afirmar que será em sua vida, para sempre, o mesmo profissional formado na universidade. Seja qual for sua área de atuação, a necessidade de domínio da língua inglesa será fundamental para o desenvolvimento profissional ao longo de toda a sua carreira.

Muitos estudantes chegam à universidade com esse domínio. Se você ainda não joga nesse time, está aí a internet com milhares de sites que oferecem cursos, muitas vezes gratuitos, para estudar o inglês e as outras línguas mais faladas no planeta.

Não perca tempo, portanto. Você precisa dominar esse instrumento precioso para seus estudos e sua profissão. Se já domina, continue praticando, para manter sempre atualizado esse domínio. Se ainda não domina, comece já, aplique todo o seu esforço para falar e escrever bem o inglês. E, se gostar, procure aprender outros idiomas, como o espanhol, o francês, o alemão, o italiano. E por que não o russo, o árabe e o chinês? Sabe-se lá que oportunidade, em que país, a vida lhe reserva para o futuro?

O mundo atual, à custa das chamadas TICs, tecnologias da informação e da comunicação, se tornou, de fato, um grande e único país, com toda a sua diversidade, com todas as suas variadas culturas. Quem se forma, hoje, numa universidade, não está se formando para a sua cidade, para o seu estado, para o seu país, mas para o mundo. Você é um estudante do mundo e será um profissional do mundo. Nada mais recomendável, nesse sentido, que procure aprender e dominar as línguas estrangeiras mais importantes, ou seja, aquelas que são mais faladas na superfície da Terra.

Captou a mensagem? Ser poliglota, num passado não muito distante, era algo visto como curiosa raridade, algo que só praticavam indivíduos excêntricos. No mundo em que vivemos hoje, todavia, o poliglotismo vai se tornando cada vez mais comum, espécie de padrão pelo qual se pode julgar os alcances intelectuais de um indivíduo.

 

Leave a Reply