Arquivo de 15 de dezembro de 2010

Unesp convoca 31 mil para segunda fase do Vestibular 2011

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

            A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgou hoje, 3 de dezembro, nos sites www.unesp.br ewww.vunesp.com.br, o resultado da primeira fase do Vestibular 2011, aplicada em 14 de novembro, e a consulta de local de prova da segunda fase, esta para os 31.599 convocados. O exame conta com 80.310 inscritos, e as provas acontecem em 30 cidades paulistas, além de Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande e Curitiba. As provas comuns da segunda fase serão realizadas nos dias 19 e 20 de dezembro, das 14h às 18h30, com 36 questões discursivas e uma redação em gênero dissertativo.

            Para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design e Educação Artística, de Bauru, e todos os cursos da capital, são aplicadas ainda provas de habilidades, nos dias 12 a 15 de dezembro.�

            São oferecidas 6.484 vagas para as 155 opções de cursos disponíveis no Vestibular e distribuídos em 28 unidades localizadas em 19 cidades de todas as regiões paulistas (Araçatuba, Araraquara, Assis, Bauru, Botucatu, Franca, Guaratinguetá, Ilha Solteira, Itapeva, Jaboticabal, Marília, Presidente Prudente, Rio Claro, Rosana, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, São Vicente e Tupã).

            Além das 19 cidades com oferta de cursos, as provas são aplicadas também nas seguintes cidades paulistas: Americana, Campinas, Dracena, Guarulhos, Jundiaí, Ourinhos, Piracicaba, Registro, Ribeirão Preto, Santo André e Sorocaba. O menor índice de ausentes da primeira fase, 3,9%, foi registrado em Campo Grande. O maior, 19,4%, em Registro, no Vale do Ribeira.

             Os cursos mais concorridos são os de Medicina (128,9), Direito (50,2), Arquitetura e Urbanismo (40), Engenharia Civil (35,2) e Engenharia de Produção Mecânica (33,9).
   O resultado final será divulgado em 3 de fevereiro, também nos sites da Unesp e da Vunesp.

Redação: Fazer antes ou depois?

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

            Especial atenção deve ter o candidato na prova de Linguagens e Redação do Vestibular Unesp.

            Alguns candidatos acreditam que se deva fazer primeiro a redação e depois resolver as questões. No caso do vestibular da Unesp, essa atitude não é recomendável, porque as questões da prova são elaboradas de modo a servirem de base para o próprio tema da redação. Assim, é muito mais aconselhável ler os textos apresentados como base para as questões, resolver com calma todas as questões e, em seguida, ler com muita atenção a proposta de redação, que fatalmente terá relação com alguns desses textos e algumas dessas questões.

            Este princípio de organização da prova tem como objetivo facilitar mais ainda para o candidato o desempenho na redação, já que o exame vestibular da Unesp não pretende verificar se o candidato conhece o tema, mas, ao contrário, se, conhecendo um tema e tendo mais informações na prova sobre este, é capaz de redigir um texto dissertativo satisfatório a respeito, manifestando e desenvolvendo um ponto de vista.

            Evidentemente, ao ler a proposta de redação, muitos candidatos podem julgar que são capazes de fazer uma boa redação antes de resolver as questões da prova. Mesmo neste caso, seria útil a leitura dos textos apresentados para as questões, pois podem fornecer conceitos, exemplos e perspectivas para tornar suas redações ainda melhores.   

É hora de ler!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

            Quem está prestando exames vestibulares tem nesta reta final uma boa oportunidade para fazê-lo também de um modo não exatamente escolar: a leitura de jornais, revistas e informativos em geral. Como jornais, revistas e informativos hoje são apresentados via rede, essa atividade se torna ainda mais fácil e prazerosa, se bem que o prazer de folhear um jornal também seja algo altamente prazeroso. Podemos alternar essas duas fontes de conhecimento e prazer.

             Os jornais são uma janela para o mundo. Claro que outros instrumentos da mídia, como rádio e tevê também o são, mas os jornais têm a vantagem de nos fazerem excercitar diariamente a habilidade de leitura, com todas as consequências que esta apresenta para a habilidade de escrever. No exato instante em que o homem inventou a escrita, a civilização deu um salto e passou a evoluir em velocidade fantástica. As informações e conhecimentos, que se perdiam no universo da oralidade, passaram a ser acumuladas naquilo que podemos denominar o maior tesouro da humanidade de todos os tempos, que nunca cessa de aumentar em quantidade, qualidade e valor: o conjunto dos textos escritos, hoje reunidos em bibliotecas e que em breve estarão inteiramente digitalizados na rede.

            Uma das características fundamentais dos jornais deve ser aqui mencionada: focalizam eles sempre o atual, a atualidade. O leitor de jornais olha para o mundo atual, para o que está acontecendo na política, na administração pública, na educação, no comércio, na indústria, na arte, no esporte e na própria ciência, pois todos os bons jornais reservam seções ou até cadernos para a divulgação de notícias sobre ciência e descobertas científicas. Um jornal, portanto, é verdadeiramente uma escola de conhecimentos gerais sobre a atualidade. Os exames vestibulares sempre reservam questões de conhecimentos gerais sobre a atualidade, sem mencionar ainda que em quase todas as provas são utilizados textos de jornais e revistas como base para questões e até mesmo para a proposta de redação.  

            Outro aspecto importante dos jornais está nos artigos assinados. Todos os jornais e revistas apresentam artigos assinados por colaboradores internos, os próprios jornalistas, e externos, profissionais das mais variadas áreas, inclusive da política. Tais artigos, geralmente situados nas primeiras páginas, são exemplos de dissertações bem elaboradas e estruturadas. Vale dizer: os artigos assinados são excelentes exemplos de como se deve escrever uma redação dissertativa. O estudante poderá desenvolver enormemente sua capacidade de redação, se adquirir o costume de lê-los diariamente.

            Seria preciso mais para sugerir a leitura habitual de jornais e revistas?